Modelo de Informe de Rendimentos

O informe de rendimentos PJ é um documento emitido por empresas e instituições financeiras que demonstra um sumário de todos os rendimentos pagos ao longo do ano para o qual o imposto de renda está sendo declarado. Este informe é enviado ao empregado, no caso de empresas, com o comprovante de rendimentos salariais do mesmo. Planos de saúde e corretoras também enviam documentos similares, afim de comprovar a movimentação durante o ano. 



As instituições financeiras, as sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários, as sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários, as sociedades seguradoras, as entidades de previdência complementar, as sociedades de capitalização, a pessoa jurídica que, atuando por conta e ordem de cliente, intermediar recursos para aplicações em fundos de investimento administrados por outra pessoa jurídica e as demais fontes pagadoras deverão fornecer a seus clientes, pessoas físicas e jurídicas, “Informe de Rendimentos Financeiros”, conforme disciplina da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB).

O Informe de Rendimentos Financeiros deverá ser:

  • no caso de beneficiário pessoa física, relativo ao ano-calendário e fornecido, em uma única via, até o último dia útil do mês de fevereiro do ano-calendário subsequente;
  • no caso de beneficiário pessoa jurídica, relativo a cada trimestre do ano-calendário e fornecido, em uma única via, até o último dia útil do segundo decêndio subsequente a cada trimestre do ano-calendário.

É permitida a disponibilização dos Informes de Rendimentos Financeiros por meio da internet ou de outros meios eletrônicos, ficando dispensado, neste caso, o fornecimento da via impressa, para:

  • os clientes que utilizem Internet Banking ou Office Banking; e
  • as pessoas físicas que possuam endereço eletrônico.

A fonte pagadora deixar de fornecer ao beneficiário, dentro dos prazos previstos no capítulo 3, ou fornecer com inexatidão o Informe fica sujeito ao pagamento de multa de R$ 41,43 (quarenta e um reais e quarenta e três centavos) por documento.

À fonte pagadora que prestar informação falsa sobre rendimentos ou IRRF, será aplicada multa de 300% (trezentos por cento) sobre o valor que for indevidamente utilizável como redução do imposto de renda a pagar ou aumento do imposto a restituir ou a compensar, independentemente de outras penalidades administrativas ou criminais.

Fonte

Modelo de Comprovante de Rendimentos Pagos e de Imposto sobre a Renda Retido na Fonte

A Instrução Normativa 1.682/2016 altera a Instrução Normativa RFB 1.215/2011, que aprovou modelo de Comprovante de Rendimentos Pagos e de Imposto sobre a Renda Retido na Fonte.

Com a nova Instrução Normativa foram aprovados:

a) Novo modelo de Comprovante de Rendimentos Pagos e de Retenção do Imposto de Renda 2017; e

b) Instruções para preenchimento do respectivo comprovante nos termos do anexo II da respectiva instrução normativa.

As empresas podem, e devem, optar por enviar os comprovantes em meio eletrônico (e-mail) em vez de meio impresso, diminuindo o tempo na distribuição e evitando o desperdício de papel.

 Título  Autor  Tipo  Modificado
Comprovante Anual de Rendimentos Pagos e de Retenção de Imposto de Renda na Fonte – Pessoa Física (DOC) Subsecretaria de Arrecadação, Cadastros e Atendimento Arquivo 20/04/2018 14h42
Comprovante Anual de Rendimentos Pagos e de Retenção de Imposto de Renda na Fonte – Pessoa Física (ODT) Subsecretaria de Arrecadação, Cadastros e Atendimento Arquivo 20/04/2018 14h42
Comprovante Anual de Rendimentos Pagos ou Creditados e de Retenção de Imposto de Renda na Fonte – Pessoa Jurídica (DOC) Subsecretaria de Arrecadação, Cadastros e Atendimento Arquivo 20/04/2018 14h42
Comprovante Anual de Rendimentos Pagos ou Creditados e de Retenção de Imposto de Renda na Fonte – Pessoa Jurídica (ODT) Subsecretaria de Arrecadação, Cadastros e Atendimento Arquivo 20/04/2018 14h42
Instruções de Preenchimento do Comprovante de Rendimentos Pagos e de Retenção do Imposto de Renda na Fonte (PDF) Subsecretaria de Arrecadação, Cadastros e Atendimento Arquivo 20/04/2018 14h42

Links para Baixar os Modelos no Site da Receita Federal

modelo de informe de rendimentos

Modelo de Informe de Rendimentos

Instruções de Preenchimento do Comprovante de Rendimentos Pagos e de Retenção do Imposto de Renda na Fonte

(Substitui o Anexo II da Instrução Normativa RFB nº 1.215 , de 15 de dezembro de 2011.)

Quadro 3: Nesse quadro devem ser informados:

Linha 1: todos os rendimentos tributáveis, exceto os de que trata o inciso V do Quadro 7, na fonte e na Declaração de Ajuste Anual, inclusive:

a) o valor pago a título de Férias, correspondente ao salário do período de Férias acrescido de 1/3 (um terço) do salário (terço constitucional);

b) 10% (dez por cento) do rendimento decorrente do transporte de carga e de serviços com trator, máquina de terraplenagem, colheitadeira e assemelhados;

c) 60% (sessenta por cento) do rendimento decorrente do transporte de passageiros;

d) o valor pago a título de aluguel, diminuído dos seguintes encargos pagos pelo locatário, desde que o ônus tenha sido exclusivamente do locador:

1. impostos, taxas e emolumentos incidentes sobre o bem que tenha produzido o rendimento;

2. aluguel pago pela locação de imóvel sublocado;

3. despesas pagas para cobrança ou recebimento do rendimento;

4. despesas de condomínio;

e) a parcela dos proventos de aposentadoria, pensão, transferência para a reserva remunerada ou reforma, pagos pela Previdência Social da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, por qualquer pessoa jurídica de direito público interno ou por entidade de previdência complementar, a partir do mês em que o contribuinte completar 65 (sessenta e cinco) anos, excedente ao valor correspondente à soma dos limites mensais de isenção de que trata o Anexo I da Instrução Normativa RFB nº 1.500, de 29 de outubro de 2014;

f) 25% (vinte e cinco por cento) dos rendimentos do trabalho assalariado recebidos, em moeda estrangeira, por servidores de autarquias ou repartições do governo brasileiro situadas no exterior, no caso de residentes no Brasil, convertidos em reais mediante a utilização do valor do dólar dos Estados Unidos da América fixado, para compra, pelo Banco Central do Brasil e divulgado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, para o último dia útil da 1ª (primeira) quinzena do mês anterior ao do pagamento do rendimento;

g) os rendimentos pagos a sócios ou titular de microempresa ou empresa de pequeno porte optante pelo Simples Nacional, a título de remuneração pela prestação de serviços, pró-labore e aluguéis;

h) os rendimentos pagos a sócios, acionistas ou titular de pessoa jurídica tributada com base no Lucro Real, presumido ou arbitrado, a título de lucros ou dividendos excedentes ao valor apurado no ano-calendário com base na escrituração, se caracterizada a insuficiência de lucros acumulados ou reservas de lucros de exercícios anteriores;

i) os rendimentos pagos a sócios, acionistas ou titular de pessoa jurídica tributada com base no Lucro Real, presumido ou arbitrado, a título de remuneração pela prestação de serviços ou quaisquer outros pagamentos que não se refiram à distribuição de lucros, tais como pró-labore e aluguéis, bem como os lucros ou dividendos que não tenham sido apurados em balanço;

Linha 2: o total das contribuições para a Previdência Oficial;

Linha 3: o total das contribuições, exceto as descontadas do décimo terceiro salário, para as entidades de previdência complementar domiciliadas no Brasil, das contribuições para Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi), cujo ônus tenha sido do contribuinte, desde que destinadas a custear benefícios complementares assemelhados aos da Previdência Social, e das contribuições para as entidades de previdência complementar fechadas de natureza pública

Linha 4: o total pago a título de pensão alimentícia em face das normas do Direito de Família quando em cumprimento de decisão judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais, de acordo homologado judicialmente ou de escritura pública relativa à separação ou ao divórcio consensual;

Linha 5: o total do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre os rendimentos informados na linha 1;

Quadro 4: Nesse quadro devem ser informados:

Linha 1: a soma dos valores relativos à parcela isenta dos proventos de aposentadoria, reserva remunerada, reforma e pensão pagos pela Previdência Social da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, por qualquer pessoa jurídica de direito público interno ou por entidade de previdência complementar, bem como a parcela isenta referente ao décimo terceiro salário, não excedentes aos limites especificados na alínea “f” da linha 1 do Quadro 3:

a) recebidos em cada mês do ano-calendário, no caso de contribuinte que tenha completado 65 (sessenta e cinco) anos de idade anteriormente ao ano-calendário a que se referirem os rendimentos;

b) recebidos em cada mês do ano-calendário, a partir do mês do aniversário inclusive, no caso de contribuinte que tenha completado 65 (sessenta e cinco) anos de idade no ano-calendário a que se referirem os rendimentos;

Linha 2: o total das diárias destinadas ao pagamento de despesas de alimentação e pousada, por serviço eventual realizado em município diferente do da sede de trabalho, inclusive no exterior, e ajudas de custo pagas em caso de remoção de um município para outro, relativas às despesas de transporte, frete e locomoção do beneficiário e de seus familiares;

Linha 3: os rendimentos provenientes de aposentadoria ou reforma motivada por acidente em serviço e os pagos aos aposentados, reformados e pensionistas portadores de moléstia profissional, tuberculose ativa, alienação mental, esclerose múltipla, neoplasia maligna, cegueira, hanseníase, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, hepatopatia grave, estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante), contaminação por radiação, síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids) e fibrose cística (mucoviscidose), comprovada de acordo com a legislação vigente, ainda que a doença tenha sido contraída após a aposentadoria, reforma ou concessão da pensão;

Linha 4: os rendimentos correspondentes a lucros e dividendos apurados a partir de 1º de janeiro de 1996, distribuídos, no ano-calendário, a sócios, acionistas ou titular de pessoa jurídica tributada com base no Lucro Real, presumido ou arbitrado;

Linha 5: os valores pagos a titular ou sócio de microempresa ou de empresa de pequeno porte, optante pelo Simples Nacional, exceto pela prestação de serviços, pró-labore e aluguéis;

Linha 6: os valores pagos a título de indenização por despedida ou Rescisão de Contrato de trabalho assalariado, inclusive a título de incentivo à adesão a Programa de Desligamento Voluntário (PDV), e por acidente de trabalho;

Linha 7: os demais rendimentos isentos, não compreendidos nas linhas 01 a 06, inclusive os valores abatidos relativos às contribuições efetuadas exclusivamente pelo beneficiário no período de 1º de janeiro de 1989 a 31 de dezembro de 1995, de que trata o art. 2º da Instrução Normativa RFB nº 1.343, de 5 de abril de 2013, pagos ou creditados por entidade de previdência complementar e os valores pagos a sócio, ostensivo ou participante, por Sociedades em Conta de Participação (SCP) a título de lucros e dividendos;

Quadro 5: Nesse quadro serão informados:

Linha 1:

a) o valor líquido relativo ao décimo terceiro salário, exceto os de que trata o inciso V do Quadro 7, ou seja, o rendimento bruto menos as deduções de dependentes, pensão alimentícia e contribuição previdenciária oficial e complementar e para Fapi, se for o caso, utilizadas para reduzir a base de cálculo dessa gratificação, e o respectivo valor do IRRF;

b) no caso dos proventos de aposentadoria, reserva remunerada, reforma e pensão pagos pela Previdência Social da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, por qualquer pessoa jurídica de direito público interno ou por entidade de previdência complementar, a contribuintes com 65 (sessenta e cinco) anos de idade ou mais, o valor líquido relativo ao décimo terceiro salário, exceto os de que trata o inciso V do Quadro 7, ou seja, o rendimento bruto menos as deduções relativas a dependentes, pensão alimentícia, contribuição previdenciária oficial e complementar, se for o caso, utilizadas para reduzir a base de cálculo dessa gratificação, a parcela isenta não excedente aos limites especificados na alínea “f” da linha 1 do Quadro 3, referente ao décimo terceiro salário, e o respectivo valor do IRRF;

Linha 2: o total do IRRF relativo aos rendimentos informados na linha 1;

Linha 3: o valor líquido dos demais rendimentos sujeitos à tributação exclusiva, tais como: prêmios em dinheiro, bens e serviços, obtidos em loterias, sorteios, concursos e corridas de cavalo, Participação nos Lucros ou Resultados das empresas (PLR) e juros pagos ou creditados a sócios, acionistas ou titular de pessoa jurídica, a título de remuneração do capital próprio;

Quadro 6: Nesse quadro serão informados:

6.1. Para cada espécie de rendimento recebido acumuladamente (RRA), o número do processo a que se refere, se for o caso, e a natureza do rendimento pago e, na “Quantidade de meses”, o número de meses referentes ao RRA, com uma casa decimal;

Linha 1: Os rendimentos tributáveis recebidos acumuladamente, relativos a anos-calendário anteriores ao do recebimento, inclusive o décimo terceiro salário, decorrentes de aposentadoria, pensão, transferência para a reserva remunerada ou reforma, pagos pela Previdência Social da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, e os provenientes do trabalho, bem como aqueles oriundos de decisões da Justiça do Trabalho, da Justiça Federal, das justiças estaduais e do Distrito Federal;

Linha 2: os valores das despesas com ação judicial pagas pelo contribuinte, sem indenização, inclusive os honorários a advogados, relativas aos rendimentos tributáveis;

Linha 3: o total das contribuições para a Previdência Oficial, relativas aos rendimentos tributáveis;

Linha 4: o total pago a título de pensão alimentícia em face das normas do Direito de Família quando em cumprimento de decisão judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais, de acordo homologado judicialmente ou de escritura pública relativa à separação ou ao divórcio consensual;

Linha 5: o total do IRRF sobre os rendimentos informados na linha 1;

Linha 6: os rendimentos isentos recebidos acumuladamente provenientes de aposentadoria ou reforma motivada por acidente em serviço e os pagos aos aposentados, reformados e pensionistas portadores de moléstia profissional, tuberculose ativa, alienação mental, esclerose múltipla, neoplasia Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, hepatopatia grave, estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante), contaminação por radiação, síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids) e fibrose cística (mucoviscidose), comprovada de acordo com a legislação vigente, ainda que a doença tenha sido contraída após a aposentadoria, reforma ou concessão da pensão;

Quadro 7: Nesse quadro devem ser informados, no caso de:

I – pagamentos a planos de saúde, relativos às importâncias descontadas mensalmente do empregado para cobertura de despesas com plano de assistência à saúde, contratado pela fonte pagadora em benefício de seus empregados, o número de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e o nome empresarial da operadora de plano de saúde contratada e o total anual descontado, detalhando, no caso de planos privados de assistência à saúde, contratados sob a modalidade coletivo empresarial, as parcelas correspondentes ao beneficiário titular e aos beneficiários dependentes do plano;

II – despesas médico-odonto-hospitalares, exceto planos de assistência à saúde relativos ao total anual dos valores descontados em folha de pagamento, para ressarcimento à fonte pagadora, de despesas efetuadas com médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e hospitais, bem como as provenientes de exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas e dentárias, realizadas além da cobertura de planos de assistência à saúde:

a) as importâncias descontadas mensalmente do empregado para cobertura de despesas com hospitalização, assistência médica e dentária, deduzidas, se for o caso, as importâncias ressarcidas pela fonte pagadora;

b) o valor correspondente à diferença entre o que foi pago diretamente pelo empregado e o reembolsado pelo empregador, caso este retenha o comprovante de despesas médicas;

c) o valor reembolsado a esse título pelo empregado ao empregador, no caso deste manter convênio e pagar diretamente ao prestador de serviço;

III – contribuições para entidades de previdência complementar domiciliadas no Brasil, inclusive as fechadas de natureza pública, e para Fapi, destinadas a custear benefícios complementares assemelhados aos da Previdência Social, cujo ônus tenha sido do contribuinte (valor informado na linha 3 do Quadro 3), o nome empresarial e o número de inscrição no CNPJ da entidade de previdência complementar ou Fapi para a qual contribuiu, o valor das contribuições, exceto as descontadas do décimo terceiro salário, e o valor da contribuição do ente público patrocinador, exceto a referente ao décimo terceiro salário ;

IV – desconto de pensão alimentícia em face das normas do Direito de Família quando em cumprimento de decisão judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais, de acordo homologado judicialmente ou de escritura pública relativa à separação ou ao divórcio consensual, inclusive se descontada do RRA informado na linha 4 do Quadro 6, o nome e o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) de todos os beneficiários dos rendimentos e o valor correspondente a cada um dos beneficiários, ainda que o pagamento seja efetuado pelo total a só um dos beneficiários ou ao responsável, informando separadamente o valor referente ao décimo terceiro salário;

V – a tributação estar com exigibilidade suspensa, em virtude de depósito judicial do imposto ou que, mediante a concessão de medida liminar em mandado de segurança ou a concessão de medida liminar ou de tutela antecipada, em outras espécies de ação judicial, nos termos do art. 151 da Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966 – Código Tributário Nacional (CTN), não ter havido a retenção do IRRF:

a) os rendimentos tributáveis separadamente por natureza, bem como o respectivo valor do imposto retido e depositado judicialmente, se for o caso; e

b) na hipótese de rendimento assalariado, o valor líquido relativo ao décimo terceiro salário, bem como o respectivo valor do imposto retido e depositado judicialmente, se for o caso. Antes das informações a que se refere o item V, caso o imposto esteja com exigibilidade suspensa ou não tenha havido sua retenção por determinação judicial, deve constar a seguinte expressão: “Os rendimentos e os impostos depositados judicialmente, se for o caso, a seguir discriminados, não foram adicionados às linhas 01 e 05 do Quadro 3 e linha 1 do Quadro 5, em razão de o imposto estar com exigibilidade suspensa ou não ter havido a sua retenção por determinação judicial.”;

Devem ser informados, ainda, o número do processo judicial, a vara, a seção judiciária ou tribunal onde ele está em curso e a data da decisão judicial;

VI – PLR, o valor pago, precedido da seguinte expressão “O total informado na linha 03 do Quadro 5 já inclui o valor total pago a título de PLR correspondente a R$”;

VII – RRA, para cada processo, o(s) mês(es) de cada pagamento;

VIII – haver valores abatidos conforme previsto no art. 2º da Instrução Normativa RFB nº 1.343, de 2013, relativos a contribuições efetuadas a título de previdência complementar no período compreendido entre 1º de janeiro de 1989 a 31 de dezembro de 1995, o valor que deixou de ser retido, precedido da seguinte expressão “O total informado na linha 07 do Quadro 4 já inclui o valor abatido de imposto sobre a renda relativo às contribuições efetuadas a título de previdência complementar no período compreendido entre 1º de janeiro de 1989 a 31 de dezembro de 1995, correspondente a R$”;

IX – haver rendimentos pagos em cumprimento de decisões da Justiça Federal sem retenção, conforme o disposto no § 1º do art. 27 da Lei nº 10.833, de 29 de dezembro de 2003, o valor de tais rendimentos precedido da seguinte expressão: “Justiça Federal – rendimento declarado como isento ou não tributável à instituição financeira responsável pelo pagamento – R$”;

X – haver pagamentos a sócio, ostensivo ou participante, de SCP, referentes a distribuição de lucros e dividendos, o número de inscrição no CNPJ da SCP e o valor de tais rendimentos, precedido da seguinte expressão: “O total informado na linha 7 do Quadro 4 já inclui o valor pago pela SCP CNPJ nº , a título de lucros e dividendos, correspondente a R$”.

Fonte



porInforme de Rendimentos

Como Consultar o Informe de Rendimentos do Banco Bradesco para o Imposto de Renda?

Para consultar o informe de rendimentos do Banco Bradesco, o contribuinte deverá acessar sua conta através do internet banking com os números de agência, conta e senha eletrônica. Em seguida, deverá digitar na caixa de pesquisa a palavra “informe” e depois escolher a opção “Informe de Rendimentos”. Pronto, o extrato de rendimentos estará disponível para download. Parece simples – e realmente é – mas algumas pessoas ainda sentem dificuldades neste tipo de operação. Com tantos recursos tecnológicos e informações disponíveis, está cada vez mais fácil fazer sua própria declaração de imposto de renda. Porém, ainda podemos encontrar algumas dificuldades. Pensando nisto, elaboramos este tutorial para te ajudar a entender como obter o seu informe de rendimentos, que é um documento indispensável para elaboração da sua declaração.

As empresas tiveram até o dia 28 de fevereiro para disponibilizar o informe de rendimentos a seus empregados e aos profissionais que lhes prestam serviços como autônomos. O documento é necessário para a declaração de imposto de renda da pessoa física, pois inclui todos os rendimentos recebidos pelo contribuinte no ano anterior. O mesmo vale para bancos, corretoras que precisam informar aos clientes os saldos de contas-correntes, cadernetas de poupança e investimentos.

No caso dos empregadores, o informe de rendimentos apresenta o valor pago aos trabalhadores no exercício anterior (ano-base), incluindo férias, 13º salário e desconto de contribuição para o INSS, assim como o imposto retido na fonte e as deduções aplicadas. No caso de bancos e corretoras, o informe de rendimentos apresenta informações tais como: saldo de aplicações financeiras, rendimentos de aplicações financeiras, imposto de renda retido, dentre outros dados.

De acordo com a legislação, caso o informe de rendimentos não seja disponibilizado no prazo, contenha erros ou omita informações, o emissor fica sujeito a pagar R$ 41,43 por documento. A empresa que prestar informações falsas sobre rendimentos pagos, deduções ou imposto retido na fonte está sujeita a uma multa de 300% sobre o valor que foi indevidamente declarado. A mesma penalidade é aplicada ao contribuinte que se aproveitar da irregularidade.

Informe de Rendimentos

Os informes de rendimentos são necessários para o correto preenchimento da declaração de imposto de renda de 2018. Os dados dos informes ajudam a Receita Federal a cruzar informações e verificar se houve sonegação ou não de imposto. Os documentos não precisam, necessariamente, ser enviados fisicamente via Correios. Podem ser enviados por e-mail ou disponibilizados para consulta pela internet.

Se o contribuinte preferir receber o informe de rendimentos em papel, pode solicitar ao banco, corretora ou empresa, sem custos adicionais. Caso o informe for enviado com informações incorretas, o contribuinte deverá pedir um novo documento à instituição financeira ou empresa. Por isto é importante conferir cada informação apresentada.

Os bancos deverão disponibilizar a todos correntistas um informe de rendimentos, contendo, por exemplo, os valores depositados na conta-corrente e na poupança, bem como os rendimentos da caderneta. Estarão discriminados, ainda, saldos e rendimentos de aplicações financeiras tais como CDBs, LCIs, LCAs e outros títulos.

Quem Deve Declarar Imposto de Renda em 2018?

Fundado em 10 de março de 1943 na cidade de Marília, interior de São Paulo por Amador Aguiar, o Bradesco alcançou em 2017 a segunda posição entre os bancos de maior patrimônio líquido do Brasil e foi considerado o segundo maior banco privado do país. Com mais de 4.600 agências, o Bradesco é o único banco privado brasileiro a estar presente em todos os municípios do país, com pelo menos uma agência em cada uma das 5.564 cidades do Brasil. Se você é um dos clientes do Bradesco, então este artigo será muito útil quando for fazer sua declaração anual de imposto de renda.

Cerca de 40 milhões de brasileiros devem declarar o imposto de renda neste ano. As declarações devem ser entregues até o dia 30 de abril de 2018. Quem perder o prazo precisará pagar uma multa de 1% do imposto devido por mês de atraso até o limite de 20% do valor ou de R$ 165,74, prevalecendo o maior custo. Se você investiu em aplicações financeiras no Banco Bradesco no ano passado, então pode ter que declarar os saldos e rendimentos no imposto de renda 2018. Veja a seguir os principais critério de obrigatoriedade de entrega da declaração:

  • Qualquer pessoa que tiver recebido no ano passado renda tributável de mais de R$ 28.559,70 precisa fazer a declaração de imposto de renda neste ano. Salário, por exemplo, é um rendimento tributável. Valores recebidos do INSS também são tributáveis. Ou seja, aposentados também ficam obrigados a fazer a declaração do imposto de renda, caso seus rendimentos, somados, sejam superiores a R$ 28.559,70.
  • Quem recebeu rendimentos não tributáveis ou tributáveis exclusivamente na fonte que, somados, resultem em valor superior a R$ 40 mil, também está obrigado a fazer a declaração de imposto de renda. Entre os rendimentos não tributáveis estão dividendos, indenizações, heranças, doações recebidas, dentre outros. Já os rendimentos tributáveis exclusivamente na fonte são os valores recebidos em concursos e sorteios, prêmios em dinheiro ou ganhos na loteria, além de juros sobre capital próprio.
  • O contribuinte que tem bens ou direitos cujo valor, somados, superem R$ 300 mil também precisa fazer a declaração do imposto de renda. Quem teve, em qualquer mês de 2017, algum ganho de capital na venda de bens ou direitos sujeitos ao pagamento de imposto de renda terá que fazer a declaração. É o caso, por exemplo, de quem vendeu um apartamento ou realizou operações na bolsa de valores, bolsa de mercadorias ou de futuros.

Como Consultar o Informe de Rendimentos do Banco Bradesco?

Uma das principais informações solicitadas pela Receita Federal na sua declaração de imposto de renda é movimentação bancária do contribuinte. E para que você tenha acesso a essas informações, o seu banco deve disponibilizar o informe de rendimentos. Se você é correntista do Banco Bradesco, precisará declarar sua movimentação bancária do ano-calendário de 2017. Para isto, acesse o Iternet Banking e faça o login com o número da sua conta e sua senha. Na caixa de pesquisa digite “informe”, serão exibidas opções de consultas como mostra a figura a seguir:

informe de rendimentos bradesco

Escolha a opção “informe de rendimentos” e pressione Enter. A seguinte tela será apresentada.

demonstrativo de rendimentos bradesco

Nesta tela, selecione a opção desejada. Caso selecione a opção “Outros Serviços > Documentos: Informe de Rendimentos – IRPF”, a seguinte tela será apresentada:

extrato de rendimentos bradesco

Nesta tela selecione o ano-calendário e a forma de visualização. Lembrando que “ano-calendário” é o ano em que aconteceram os fatos e “ano-exercício” é o ano de apresentação da declaração. Pronto, seu informe de rendimentos será exibido.

Como Declarar Imposto de Renda

Como Declarar Conta Corrente no Banco Bradesco

Se você é correntista do Banco Bradesco, o saldo da conta corrente no final do ano anterior deve ser declarado. No entanto, esta é uma informação obrigatória apenas se o saldo em conta era superior a 140 reais em 31/12. Alguns bancos fazem aplicações automáticas do saldo em conta corrente. Por isso, é possível que no seu informe o saldo que você possuía apareça em alguma linha relacionada a aplicações financeiras, como RDBs, CDBs, notas compromissadas e outras. Dinheiro em conta corrente no fim do ano deve ser declarado como bens na ficha “Bens e Direitos”. O investidor deve lançar o valor no final do ano anterior ao ano-calendário e no final do ano-calendário. O código a ser utilizado é o “61 – Depósito bancário em conta corrente no País”. Veja detalhadamente a forma de declarar conta corrente neste tutorial.

Como Declarar Poupança no Banco Bradesco

Cadernetas de poupança ou contas poupança são aplicações financeiras e, se tiverem saldo superior a R$ 140 em 31/12 do ano anterior, devem ser declaradas. Poupança em banco é algo que a maior parte dos brasileiros possui e, apesar da sua baixa remuneração, sua principal característica é ter rendimentos isentos de imposto de renda. Na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” o investidor deverá escolher a opção “12 – Rendimentos de cadernetas de poupança, letras hipotecárias, letras de crédito do agronegócio e imobiliário (LCA e LCI) e certificados de recebíveis do agronegócio e imobiliários (CRA e CRI)”. Para declarar saldo de poupança no Banco Bradesco, o contribuinte precisará acessar a ficha “Bens e Direitos” e em seguida deverá selecionar a opção “41 – Caderneta de poupança”. Veja detalhadamente a forma de declarar poupança neste tutorial.

Como Declarar LCI e LCA do Banco Bradesco

Rendimentos de aplicações financeiras em LCI e LCA são isentos de imposto de renda. Porém, o saldo destas aplicações financeiras devem ser declaradas com na ficha “Bens e Direitos” com código “49 – Outras aplicações e investimentos”, de acordo com os valores informados no informe de rendimentos. Se houve rendimentos no ano, deve-se lançar na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” com o código “12 – Rendimentos de cadernetas de poupança, letras hipotecárias, letras de crédito do agronegócio e imobiliário (LCA e LCI) e certificados de recebíveis do agronegócio e imobiliários (CRA e CRI)”, conforme o informe de rendimentos. Veja detalhadamente a forma de declarar LCI e LCA neste tutorial.

Como Declarar CDB, RDB, LC, COE e Debêntures do Banco Bradesco

Declarações de aplicações em CDBs, RDBs, LCs,  COEs e debêntures são obrigatórias somente se o saldo for maior que R$ 140,00. Deve-se lançar o saldo na ficha “Bens e Direitos”, com o código “45 – Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)”, de acordo com o informe de rendimentos. Os rendimentos de aplicações em renda fixa como CDB são declarados como rendimentos tributáveis exclusivamente na fonte, devendo ser informados pelo seu valor líquido (valor do rendimento bruto o menos imposto de renda retido na fonte pela instituição).  Se houve rendimentos no ano, deve-se lançar na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva” com o código “06 – Rendimentos de aplicações financeiras”, conforme o informe de rendimentos. Veja detalhadamente a forma de declarar CDB neste tutorial.

porInforme de Rendimentos

Como Consultar o Informe de Rendimentos do Banco Santander para o Imposto de Renda?

Para consultar o informe de rendimentos do Banco Santander, o contribuinte deverá acessar sua conta através do internet banking com os números de agência, conta e senha eletrônica. Em seguida, deverá clicar em “Utilidades” e depois em “Informe de Rendimentos 2018”. Pronto, o extrato de rendimentos estará disponível para download. Parece simples – e realmente é – mas algumas pessoas ainda sentem dificuldades neste tipo de operação. Com tantos recursos tecnológicos e informações disponíveis, está cada vez mais fácil fazer sua própria declaração de imposto de renda. Porém, ainda podemos encontrar algumas dificuldades. Pensando nisto, elaboramos este tutorial para te ajudar a entender como obter o seu informe de rendimentos, que é um documento indispensável para elaboração da sua declaração.

As empresas tiveram até o dia 28 de fevereiro para disponibilizar o informe de rendimentos a seus empregados e aos profissionais que lhes prestam serviços como autônomos. O documento é necessário para a declaração de imposto de renda da pessoa física, pois inclui todos os rendimentos recebidos pelo contribuinte no ano anterior. O mesmo vale para bancos, corretoras que precisam informar aos clientes os saldos de contas-correntes, cadernetas de poupança e investimentos.

No caso dos empregadores, o informe de rendimentos apresenta o valor pago aos trabalhadores no exercício anterior (ano-base), incluindo férias, 13º salário e desconto de contribuição para o INSS, assim como o imposto retido na fonte e as deduções aplicadas. No caso de bancos e corretoras, o informe de rendimentos apresenta informações tais como: saldo de aplicações financeiras, rendimentos de aplicações financeiras, imposto de renda retido, dentre outros dados.

De acordo com a legislação, caso o informe de rendimentos não seja disponibilizado no prazo, contenha erros ou omita informações, o emissor fica sujeito a pagar R$ 41,43 por documento. A empresa que prestar informações falsas sobre rendimentos pagos, deduções ou imposto retido na fonte está sujeita a uma multa de 300% sobre o valor que foi indevidamente declarado. A mesma penalidade é aplicada ao contribuinte que se aproveitar da irregularidade.

Informe de Rendimentos

Os informes de rendimentos são necessários para o correto preenchimento da declaração de imposto de renda de 2018. Os dados dos informes ajudam a Receita Federal a cruzar informações e verificar se houve sonegação ou não de imposto. Os documentos não precisam, necessariamente, ser enviados fisicamente via Correios. Podem ser enviados por e-mail ou disponibilizados para consulta pela internet.

Se o contribuinte preferir receber o informe de rendimentos em papel, pode solicitar ao banco, corretora ou empresa, sem custos adicionais. Caso o informe for enviado com informações incorretas, o contribuinte deverá pedir um novo documento à instituição financeira ou empresa. Por isto é importante conferir cada informação apresentada.

Os bancos deverão disponibilizar a todos correntistas um informe de rendimentos, contendo, por exemplo, os valores depositados na conta-corrente e na poupança, bem como os rendimentos da caderneta. Estarão discriminados, ainda, saldos e rendimentos de aplicações financeiras tais como CDBs, LCIs, LCAs e outros títulos.

Quem Deve Declarar Imposto de Renda em 2018?

Com sede mundial na Espanha, o Santander é o maior banco da Zona do Euro e um dos maiores do mundo. Possui um modelo de negócios voltado para o cliente, com alto nível de recorrência em seus resultados e receitas. Em atividade no mercado local desde 1982, o Santander Brasil é o terceiro maior banco privado do Sistema Financeiro Nacional. Se você é um dos clientes do Santander, então este artigo será muito útil quando for fazer sua declaração anual de imposto de renda.

Cerca de 40 milhões de brasileiros devem declarar o imposto de renda neste ano. As declarações devem ser entregues até o dia 30 de abril de 2018. Quem perder o prazo precisará pagar uma multa de 1% do imposto devido por mês de atraso até o limite de 20% do valor ou de R$ 165,74, prevalecendo o maior custo. Se você investiu em aplicações financeiras no Banco Santander no ano passado, então pode ter que declarar os saldos e rendimentos no imposto de renda 2018. Veja a seguir os principais critério de obrigatoriedade de entrega da declaração:

  • Qualquer pessoa que tiver recebido no ano passado renda tributável de mais de R$ 28.559,70 precisa fazer a declaração de imposto de renda neste ano. Salário, por exemplo, é um rendimento tributável. Valores recebidos do INSS também são tributáveis. Ou seja, aposentados também ficam obrigados a fazer a declaração do imposto de renda, caso seus rendimentos, somados, sejam superiores a R$ 28.559,70.
  • Quem recebeu rendimentos não tributáveis ou tributáveis exclusivamente na fonte que, somados, resultem em valor superior a R$ 40 mil, também está obrigado a fazer a declaração de imposto de renda. Entre os rendimentos não tributáveis estão dividendos, indenizações, heranças, doações recebidas, dentre outros. Já os rendimentos tributáveis exclusivamente na fonte são os valores recebidos em concursos e sorteios, prêmios em dinheiro ou ganhos na loteria, além de juros sobre capital próprio.
  • O contribuinte que tem bens ou direitos cujo valor, somados, superem R$ 300 mil também precisa fazer a declaração do imposto de renda. Quem teve, em qualquer mês de 2017, algum ganho de capital na venda de bens ou direitos sujeitos ao pagamento de imposto de renda terá que fazer a declaração. É o caso, por exemplo, de quem vendeu um apartamento ou realizou operações na bolsa de valores, bolsa de mercadorias ou de futuros.

Como Consultar o Informe de Rendimentos do Banco Santander?

Uma das principais informações solicitadas pela Receita Federal na sua declaração de imposto de renda é movimentação bancária do contribuinte. E para que você tenha acesso a essas informações, o seu banco deve disponibilizar o informe de rendimentos. Se você é correntista do Banco Santander, precisará declarar sua movimentação bancária do ano-calendário de 2017. Para isto, acesse o Iternet Banking e faça o login com o número da sua conta e sua senha. No menu lateral esquerdo, clique em “Utilidades” como mostra a figura a seguir:

informe de rendimentos santander

Em seguida clique em “Informe de Rendimentos 2018” como mostra a tela a seguir:

consultar informe de rendimentos santander

Será apresentada a seguinte tela de consulta:

como consultar informe de rendimentos santander

Como Declarar Imposto de Renda

Como Declarar Conta Corrente no Banco Santander

Se você é correntista do Banco Santander, o saldo da conta corrente no final do ano anterior deve ser declarado. No entanto, esta é uma informação obrigatória apenas se o saldo em conta era superior a 140 reais em 31/12. Alguns bancos fazem aplicações automáticas do saldo em conta corrente. Por isso, é possível que no seu informe o saldo que você possuía apareça em alguma linha relacionada a aplicações financeiras, como RDBs, CDBs, notas compromissadas e outras. Dinheiro em conta corrente no fim do ano deve ser declarado como bens na ficha “Bens e Direitos”. O investidor deve lançar o valor no final do ano anterior ao ano-calendário e no final do ano-calendário. O código a ser utilizado é o “61 – Depósito bancário em conta corrente no País”. Veja detalhadamente a forma de declarar conta corrente neste tutorial.

Como Declarar Poupança no Banco Santander

Cadernetas de poupança ou contas poupança são aplicações financeiras e, se tiverem saldo superior a R$ 140 em 31/12 do ano anterior, devem ser declaradas. Poupança em banco é algo que a maior parte dos brasileiros possui e, apesar da sua baixa remuneração, sua principal característica é ter rendimentos isentos de imposto de renda. Na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” o investidor deverá escolher a opção “12 – Rendimentos de cadernetas de poupança, letras hipotecárias, letras de crédito do agronegócio e imobiliário (LCA e LCI) e certificados de recebíveis do agronegócio e imobiliários (CRA e CRI)”. Para declarar saldo de poupança no Banco Santander, o contribuinte precisará acessar a ficha “Bens e Direitos” e em seguida deverá selecionar a opção “41 – Caderneta de poupança”. Veja detalhadamente a forma de declarar poupança neste tutorial.

Como Declarar LCI e LCA do Banco Santander

Rendimentos de aplicações financeiras em LCI e LCA são isentos de imposto de renda. Porém, o saldo destas aplicações financeiras devem ser declaradas com na ficha “Bens e Direitos” com código “45 – Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)”, de acordo com os valores informados no informe de rendimentos. Se houve rendimentos no ano, deve-se lançar na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” com o código “12 – Rendimentos de cadernetas de poupança, letras hipotecárias, letras de crédito do agronegócio e imobiliário (LCA e LCI) e certificados de recebíveis do agronegócio e imobiliários (CRA e CRI)”, conforme o informe de rendimentos. Veja detalhadamente a forma de declarar LCI e LCA neste tutorial.

Como Declarar CDB, RDB, LC, COE e Debêntures do Banco Santander

Declarações de aplicações em CDBs, RDBs, LCs,  COEs e debêntures são obrigatórias somente se o saldo for maior que R$ 140,00. Deve-se lançar o saldo na ficha “Bens e Direitos”, com o código “45 – Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)”, de acordo com o informe de rendimentos. Os rendimentos de aplicações em renda fixa como CDB são declarados como rendimentos tributáveis exclusivamente na fonte, devendo ser informados pelo seu valor líquido (valor do rendimento bruto o menos imposto de renda retido na fonte pela instituição).  Se houve rendimentos no ano, deve-se lançar na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva” com o código “06 – Rendimentos de aplicações financeiras”, conforme o informe de rendimentos. Veja detalhadamente a forma de declarar CDB neste tutorial.

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Como Consultar o Informe de Rendimentos do Banco do Brasil para o Imposto de Renda?

Para consultar o informe de rendimentos do Banco do Brasil, o contribuinte deverá acessar sua conta através do internet banking com os números de agência, conta e senha eletrônica. Em seguida, deverá digitar “informe” na caixa de pesquisa. Pronto, o extrato de rendimentos estará disponível para download. Parece simples – e realmente é – mas algumas pessoas ainda sentem dificuldades neste tipo de operação. Com tantos recursos tecnológicos e informações disponíveis, está cada vez mais fácil fazer sua própria declaração de imposto de renda. Porém, ainda podemos encontrar algumas dificuldades. Pensando nisto, elaboramos este tutorial para te ajudar a entender como obter o seu informe de rendimentos, que é um documento indispensável para elaboração da sua declaração.

As empresas tiveram até o dia 28 de fevereiro para disponibilizar o informe de rendimentos a seus empregados e aos profissionais que lhes prestam serviços como autônomos. O documento é necessário para a declaração de imposto de renda da pessoa física, pois inclui todos os rendimentos recebidos pelo contribuinte no ano anterior. O mesmo vale para bancos, corretoras que precisam informar aos clientes os saldos de contas-correntes, cadernetas de poupança e investimentos.

No caso dos empregadores, o informe de rendimentos apresenta o valor pago aos trabalhadores no exercício anterior (ano-base), incluindo férias, 13º salário e desconto de contribuição para o INSS, assim como o imposto retido na fonte e as deduções aplicadas. No caso de bancos e corretoras, o informe de rendimentos apresenta informações tais como: saldo de aplicações financeiras, rendimentos de aplicações financeiras, imposto de renda retido, dentre outros dados.

De acordo com a legislação, caso o informe de rendimentos não seja disponibilizado no prazo, contenha erros ou omita informações, o emissor fica sujeito a pagar R$ 41,43 por documento. A empresa que prestar informações falsas sobre rendimentos pagos, deduções ou imposto retido na fonte está sujeita a uma multa de 300% sobre o valor que foi indevidamente declarado. A mesma penalidade é aplicada ao contribuinte que se aproveitar da irregularidade.

Informe de Rendimentos

Os informes de rendimentos são necessários para o correto preenchimento da declaração de imposto de renda de 2018. Os dados dos informes ajudam a Receita Federal a cruzar informações e verificar se houve sonegação ou não de imposto. Os documentos não precisam, necessariamente, ser enviados fisicamente via Correios. Podem ser enviados por e-mail ou disponibilizados para consulta pela internet.

Se o contribuinte preferir receber o informe de rendimentos em papel, pode solicitar ao banco, corretora ou empresa, sem custos adicionais. Caso o informe for enviado com informações incorretas, o contribuinte deverá pedir um novo documento à instituição financeira ou empresa. Por isto é importante conferir cada informação apresentada.

Os bancos deverão disponibilizar a todos correntistas um informe de rendimentos, contendo, por exemplo, os valores depositados na conta-corrente e na poupança, bem como os rendimentos da caderneta. Estarão discriminados, ainda, saldos e rendimentos de aplicações financeiras tais como CDBs, LCIs, LCAs e outros títulos.

Quem Deve Declarar Imposto de Renda em 2018?

​O Banco do Brasil foi criado em 12 de outubro de 1808, por meio de um alvará do príncipe regente D. João. Em 11 de dezembro de 1809, a primeira agência do Banco do Brasil começou a operar, no Rio de Janeiro. O banco conta hoje com uma rede de 4.877 agências que atendem mais de 65 milhões de clientes. Se você é um deles, então este artigo será muito útil quando for fazer sua declaração anual de imposto de renda.

Cerca de 40 milhões de brasileiros devem declarar o imposto de renda neste ano. As declarações devem ser entregues até o dia 30 de abril de 2018. Quem perder o prazo precisará pagar uma multa de 1% do imposto devido por mês de atraso até o limite de 20% do valor ou de R$ 165,74, prevalecendo o maior custo. Se você investiu em aplicações financeiras no Banco do Brasil no ano passado, então pode ter que declarar os saldos e rendimentos no imposto de renda 2018. Veja a seguir os principais critério de obrigatoriedade de entrega da declaração:

  • Qualquer pessoa que tiver recebido no ano passado renda tributável de mais de R$ 28.559,70 precisa fazer a declaração de imposto de renda neste ano. Salário, por exemplo, é um rendimento tributável. Valores recebidos do INSS também são tributáveis. Ou seja, aposentados também ficam obrigados a fazer a declaração do imposto de renda, caso seus rendimentos, somados, sejam superiores a R$ 28.559,70.
  • Quem recebeu rendimentos não tributáveis ou tributáveis exclusivamente na fonte que, somados, resultem em valor superior a R$ 40 mil, também está obrigado a fazer a declaração de imposto de renda. Entre os rendimentos não tributáveis estão dividendos, indenizações, heranças, doações recebidas, dentre outros. Já os rendimentos tributáveis exclusivamente na fonte são os valores recebidos em concursos e sorteios, prêmios em dinheiro ou ganhos na loteria, além de juros sobre capital próprio.
  • O contribuinte que tem bens ou direitos cujo valor, somados, superem R$ 300 mil também precisa fazer a declaração do imposto de renda. Quem teve, em qualquer mês de 2017, algum ganho de capital na venda de bens ou direitos sujeitos ao pagamento de imposto de renda terá que fazer a declaração. É o caso, por exemplo, de quem vendeu um apartamento ou realizou operações na bolsa de valores, bolsa de mercadorias ou de futuros.

Como Consultar o Informe de Rendimentos do Banco do Brasil?

Uma das principais informações solicitadas pela Receita Federal na sua declaração de imposto de renda é movimentação bancária do contribuinte. E para que você tenha acesso a essas informações, o seu banco deve disponibilizar o informe de rendimentos. Se você é correntista do Banco do Brasil, precisará declarar sua movimentação bancária do ano-calendário de 2017. Para isto, acesse o Iternet Banking e faça o login com o número da sua conta e sua senha. Na caixa de pesquisa, digite “informe” e mande pesquisar. Será exibida a seguinte tela:

informe rendimentos banco do brasil

Selecione então o informe de imposto de renda desejado. Em seguida será exibida a tela de consulta do extrato. Basta então selecionar o ano base (ano calendário). Lembrando que “ano-calendário” é o ano em que aconteceram os fatos e “ano-exercício” é o ano de apresentação da declaração.

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Como Declarar Imposto de Renda

Como Declarar Conta Corrente no Banco do Brasil

Se você é correntista do Banco do Brasil, o saldo da conta corrente no final do ano anterior deve ser declarado. No entanto, esta é uma informação obrigatória apenas se o saldo em conta era superior a 140 reais em 31/12. Alguns bancos fazem aplicações automáticas do saldo em conta corrente. Por isso, é possível que no seu informe o saldo que você possuía apareça em alguma linha relacionada a aplicações financeiras, como RDBs, CDBs, notas compromissadas e outras. Dinheiro em conta corrente no fim do ano deve ser declarado como bens na ficha “Bens e Direitos”. O investidor deve lançar o valor no final do ano anterior ao ano-calendário e no final do ano-calendário. O código a ser utilizado é o “61 – Depósito bancário em conta corrente no País”. Veja detalhadamente a forma de declarar conta corrente neste tutorial.

Como Declarar Poupança no Banco do Brasil

Cadernetas de poupança ou contas poupança são aplicações financeiras e, se tiverem saldo superior a R$ 140 em 31/12 do ano anterior, devem ser declaradas. Poupança em banco é algo que a maior parte dos brasileiros possui e, apesar da sua baixa remuneração, sua principal característica é ter rendimentos isentos de imposto de renda. Na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” o investidor deverá escolher a opção “12 – Rendimentos de cadernetas de poupança, letras hipotecárias, letras de crédito do agronegócio e imobiliário (LCA e LCI) e certificados de recebíveis do agronegócio e imobiliários (CRA e CRI)”. Para declarar saldo de poupança no Banco do Brasil, o contribuinte precisará acessar a ficha “Bens e Direitos” e em seguida deverá selecionar a opção “41 – Caderneta de poupança”. Veja detalhadamente a forma de declarar poupança neste tutorial.

Como Declarar LCI e LCA do Banco do Brasil

Rendimentos de aplicações financeiras em LCI e LCA são isentos de imposto de renda. Porém, o saldo destas aplicações financeiras devem ser declaradas com na ficha “Bens e Direitos” com código “45 – Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)”, de acordo com os valores informados no informe de rendimentos. Se houve rendimentos no ano, deve-se lançar na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” com o código “12 – Rendimentos de cadernetas de poupança, letras hipotecárias, letras de crédito do agronegócio e imobiliário (LCA e LCI) e certificados de recebíveis do agronegócio e imobiliários (CRA e CRI)”, conforme o informe de rendimentos. Veja detalhadamente a forma de declarar LCI e LCA neste tutorial.

Como Declarar CDB, RDB, LC, COE e Debêntures do Banco do Brasil

Declarações de aplicações em CDBs, RDBs, LCs,  COEs e debêntures são obrigatórias somente se o saldo for maior que R$ 140,00. Deve-se lançar o saldo na ficha “Bens e Direitos”, com o código “45 – Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)”, de acordo com o informe de rendimentos. Os rendimentos de aplicações em renda fixa como CDB são declarados como rendimentos tributáveis exclusivamente na fonte, devendo ser informados pelo seu valor líquido (valor do rendimento bruto o menos imposto de renda retido na fonte pela instituição).  Se houve rendimentos no ano, deve-se lançar na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva” com o código “06 – Rendimentos de aplicações financeiras”, conforme o informe de rendimentos. Veja detalhadamente a forma de declarar CDB neste tutorial.

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Como Consultar o Informe de Rendimentos da Caixa para o Imposto de Renda?

Para consultar o informe de rendimentos da Caixa Econômica Federal, o contribuinte deverá acessar sua conta através do internet banking com os números de agência, conta e senha eletrônica. Em seguida, deverá acessar a página “Minha Conta” e nela clicar a opção “Informe de Rendimentos”. Pronto, o extrato de rendimentos estará disponível para download. Parece simples – e realmente é – mas algumas pessoas ainda sentem dificuldades neste tipo de operação. Com tantos recursos tecnológicos e informações disponíveis, está cada vez mais fácil fazer sua própria declaração de imposto de renda. Porém, ainda podemos encontrar algumas dificuldades. Pensando nisto, elaboramos este tutorial para te ajudar a entender como obter o seu informe de rendimentos, que é um documento indispensável para elaboração da sua declaração.

As empresas tiveram até o dia 28 de fevereiro para disponibilizar o informe de rendimentos a seus empregados e aos profissionais que lhes prestam serviços como autônomos. O documento é necessário para a declaração de imposto de renda da pessoa física, pois inclui todos os rendimentos recebidos pelo contribuinte no ano anterior. O mesmo vale para bancos, corretoras que precisam informar aos clientes os saldos de contas-correntes, cadernetas de poupança e investimentos.

No caso dos empregadores, o informe de rendimentos apresenta o valor pago aos trabalhadores no exercício anterior (ano-base), incluindo férias, 13º salário e desconto de contribuição para o INSS, assim como o imposto retido na fonte e as deduções aplicadas. No caso de bancos e corretoras, o informe de rendimentos apresenta informações tais como: saldo de aplicações financeiras, rendimentos de aplicações financeiras, imposto de renda retido, dentre outros dados.

De acordo com a legislação, caso o informe de rendimentos não seja disponibilizado no prazo, contenha erros ou omita informações, o emissor fica sujeito a pagar R$ 41,43 por documento. A empresa que prestar informações falsas sobre rendimentos pagos, deduções ou imposto retido na fonte está sujeita a uma multa de 300% sobre o valor que foi indevidamente declarado. A mesma penalidade é aplicada ao contribuinte que se aproveitar da irregularidade.

Informe de Rendimentos

Os informes de rendimentos são necessários para o correto preenchimento da declaração de imposto de renda de 2018. Os dados dos informes ajudam a Receita Federal a cruzar informações e verificar se houve sonegação ou não de imposto. Os documentos não precisam, necessariamente, ser enviados fisicamente via Correios. Podem ser enviados por e-mail ou disponibilizados para consulta pela internet.

Se o contribuinte preferir receber o informe de rendimentos em papel, pode solicitar ao banco, corretora ou empresa, sem custos adicionais. Caso o informe for enviado com informações incorretas, o contribuinte deverá pedir um novo documento à instituição financeira ou empresa. Por isto é importante conferir cada informação apresentada.

Os bancos deverão disponibilizar a todos correntistas um informe de rendimentos, contendo, por exemplo, os valores depositados na conta-corrente e na poupança, bem como os rendimentos da caderneta. Estarão discriminados, ainda, saldos e rendimentos de aplicações financeiras tais como CDBs, LCIs, LCAs e outros títulos.

Quem Deve Declarar Imposto de Renda em 2018?

​No dia 12 de janeiro de 1861, Dom Pedro II assinou o Decreto nº 2.723, que fundou a Caixa Econômica da Corte. Desde então, a Caixa Econômica buscou ser mais que apenas um banco. Ela é, por exemplo, o agente responsável pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), pelo Programa de Integração Social (PIS) e pelo Seguro-Desemprego. A rede de atendimento conta com 60 mil pontos, dos quais 4,2 mil agências e postos de atendimento, 24,5 mil correspondentes Caixa Aqui e lotéricos, e 31,2 mil máquinas distribuídas nos postos e salas de autoatendimento. O número de clientes é de 87,1 milhões. Se você é um destes clientes da Caixa, então este artigo será muito útil quando for fazer sua declaração anual de imposto de renda.

Cerca de 40 milhões de brasileiros devem declarar o imposto de renda neste ano. As declarações devem ser entregues até o dia 30 de abril de 2018. Quem perder o prazo precisará pagar uma multa de 1% do imposto devido por mês de atraso até o limite de 20% do valor ou de R$ 165,74, prevalecendo o maior custo. Se você investiu em aplicações financeiras na Caixa Econômica no ano passado, então pode ter que declarar os saldos e rendimentos no imposto de renda 2018. Veja a seguir os principais critério de obrigatoriedade de entrega da declaração:

  • Qualquer pessoa que tiver recebido no ano passado renda tributável de mais de R$ 28.559,70 precisa fazer a declaração de imposto de renda neste ano. Salário, por exemplo, é um rendimento tributável. Valores recebidos do INSS também são tributáveis. Ou seja, aposentados também ficam obrigados a fazer a declaração do imposto de renda, caso seus rendimentos, somados, sejam superiores a R$ 28.559,70.
  • Quem recebeu rendimentos não tributáveis ou tributáveis exclusivamente na fonte que, somados, resultem em valor superior a R$ 40 mil, também está obrigado a fazer a declaração de imposto de renda. Entre os rendimentos não tributáveis estão dividendos, indenizações, heranças, doações recebidas, dentre outros. Já os rendimentos tributáveis exclusivamente na fonte são os valores recebidos em concursos e sorteios, prêmios em dinheiro ou ganhos na loteria, além de juros sobre capital próprio.
  • O contribuinte que tem bens ou direitos cujo valor, somados, superem R$ 300 mil também precisa fazer a declaração do imposto de renda. Quem teve, em qualquer mês de 2017, algum ganho de capital na venda de bens ou direitos sujeitos ao pagamento de imposto de renda terá que fazer a declaração. É o caso, por exemplo, de quem vendeu um apartamento ou realizou operações na bolsa de valores, bolsa de mercadorias ou de futuros.

Como Consultar o Informe de Rendimentos da Caixa Econômica?

Uma das principais informações solicitadas pela Receita Federal na sua declaração de imposto de renda é movimentação bancária do contribuinte. E para que você tenha acesso a essas informações, o seu banco deve disponibilizar o informe de rendimentos. Se você é correntista da Caixa Econômica Federal, precisará declarar sua movimentação bancária do ano-calendário de 2017. Para isto, acesse o Iternet Banking e faça o login com o número da sua conta e sua senha. Na caixa de pesquisa, digite “informe” e mande pesquisar. Será exibida a seguinte tela:

informe de rendimentos caixa

Nesta tela, clique o botão “MINHA CONTA”. A seguinte tela será apresentada:

extrato de rendimentos caixa

Nesta tela, clique a opção “Informe de Rendimentos”. A seguinte tela será apresentada:

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Nesta tela, clique o botão “CONTINUAR”. A seguinte tela será apresentada:

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Veja no vídeo a seguir o processo completo…

Como Declarar Imposto de Renda

Como Declarar Conta Corrente na Caixa Econômica

Se você é correntista da Caixa, o saldo da conta corrente no final do ano anterior deve ser declarado. No entanto, esta é uma informação obrigatória apenas se o saldo em conta era superior a 140 reais em 31/12. Alguns bancos fazem aplicações automáticas do saldo em conta corrente. Por isso, é possível que no seu informe o saldo que você possuía apareça em alguma linha relacionada a aplicações financeiras, como RDBs, CDBs, notas compromissadas e outras. Dinheiro em conta corrente no fim do ano deve ser declarado como bens na ficha “Bens e Direitos”. O investidor deve lançar o valor no final do ano anterior ao ano-calendário e no final do ano-calendário. O código a ser utilizado é o “61 – Depósito bancário em conta corrente no País”. Veja detalhadamente a forma de declarar conta corrente neste tutorial.

Como Declarar Poupança na Caixa Econômica

Cadernetas de poupança ou contas poupança são aplicações financeiras e, se tiverem saldo superior a R$ 140 em 31/12 do ano anterior, devem ser declaradas. Poupança em banco é algo que a maior parte dos brasileiros possui e, apesar da sua baixa remuneração, sua principal característica é ter rendimentos isentos de imposto de renda. Na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” o investidor deverá escolher a opção “12 – Rendimentos de cadernetas de poupança, letras hipotecárias, letras de crédito do agronegócio e imobiliário (LCA e LCI) e certificados de recebíveis do agronegócio e imobiliários (CRA e CRI)”. Para declarar saldo de poupança na Caixa, o contribuinte precisará acessar a ficha “Bens e Direitos” e em seguida deverá selecionar a opção “41 – Caderneta de poupança”. Veja detalhadamente a forma de declarar poupança neste tutorial.

Como Declarar LCI e LCA da Caixa Econômica

Rendimentos de aplicações financeiras em LCI e LCA são isentos de imposto de renda. Porém, o saldo destas aplicações financeiras devem ser declaradas com na ficha “Bens e Direitos” com código “45 – Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)”, de acordo com os valores informados no informe de rendimentos. Se houve rendimentos no ano, deve-se lançar na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” com o código “12 – Rendimentos de cadernetas de poupança, letras hipotecárias, letras de crédito do agronegócio e imobiliário (LCA e LCI) e certificados de recebíveis do agronegócio e imobiliários (CRA e CRI)”, conforme o informe de rendimentos. Veja detalhadamente a forma de declarar LCI e LCA neste tutorial.

Como Declarar CDB, RDB, LC, COE e Debêntures da Caixa Econômica

Declarações de aplicações em CDBs, RDBs, LCs,  COEs e debêntures são obrigatórias somente se o saldo for maior que R$ 140,00. Deve-se lançar o saldo na ficha “Bens e Direitos”, com o código “45 – Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)”, de acordo com o informe de rendimentos. Os rendimentos de aplicações em renda fixa como CDB são declarados como rendimentos tributáveis exclusivamente na fonte, devendo ser informados pelo seu valor líquido (valor do rendimento bruto o menos imposto de renda retido na fonte pela instituição).  Se houve rendimentos no ano, deve-se lançar na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva” com o código “06 – Rendimentos de aplicações financeiras”, conforme o informe de rendimentos. Veja detalhadamente a forma de declarar CDB neste tutorial.

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Como Consultar o Informe de Rendimentos do Banco Itaú para o Imposto de Renda?

Para consultar o informe de rendimentos do Banco Itaú, o contribuinte deverá acessar sua conta através do internet banking com os números de agência, conta e senha eletrônica. Em seguida, deverá digitar “Informe de Rendimentos” no campo de busca. Pronto, o extrato de rendimentos estará disponível para download. Parece simples – e realmente é – mas algumas pessoas ainda sentem dificuldades neste tipo de operação. Com tantos recursos tecnológicos e informações disponíveis, está cada vez mais fácil fazer sua própria declaração de imposto de renda. Porém, ainda podemos encontrar algumas dificuldades. Pensando nisto, elaboramos este tutorial para te ajudar a entender como obter o seu informe de rendimentos, que é um documento indispensável para elaboração da sua declaração.

As empresas tiveram até o dia 28 de fevereiro para disponibilizar o informe de rendimentos a seus empregados e aos profissionais que lhes prestam serviços como autônomos. O documento é necessário para a declaração de imposto de renda da pessoa física, pois inclui todos os rendimentos recebidos pelo contribuinte no ano anterior. O mesmo vale para bancos, corretoras que precisam informar aos clientes os saldos de contas-correntes, cadernetas de poupança e investimentos.

No caso dos empregadores, o informe de rendimentos apresenta o valor pago aos trabalhadores no exercício anterior (ano-base), incluindo férias, 13º salário e desconto de contribuição para o INSS, assim como o imposto retido na fonte e as deduções aplicadas. No caso de bancos e corretoras, o informe de rendimentos apresenta informações tais como: saldo de aplicações financeiras, rendimentos de aplicações financeiras, imposto de renda retido, dentre outros dados.

De acordo com a legislação, caso o informe de rendimentos não seja disponibilizado no prazo, contenha erros ou omita informações, o emissor fica sujeito a pagar R$ 41,43 por documento. A empresa que prestar informações falsas sobre rendimentos pagos, deduções ou imposto retido na fonte está sujeita a uma multa de 300% sobre o valor que foi indevidamente declarado. A mesma penalidade é aplicada ao contribuinte que se aproveitar da irregularidade.

Informe de Rendimentos

Os informes de rendimentos são necessários para o correto preenchimento da declaração de imposto de renda de 2018. Os dados dos informes ajudam a Receita Federal a cruzar informações e verificar se houve sonegação ou não de imposto. Os documentos não precisam, necessariamente, ser enviados fisicamente via Correios. Podem ser enviados por e-mail ou disponibilizados para consulta pela internet.

Se o contribuinte preferir receber o informe de rendimentos em papel, pode solicitar ao banco, corretora ou empresa, sem custos adicionais. Caso o informe for enviado com informações incorretas, o contribuinte deverá pedir um novo documento à instituição financeira ou empresa. Por isto é importante conferir cada informação apresentada.

Os bancos deverão disponibilizar a todos correntistas um informe de rendimentos, contendo, por exemplo, os valores depositados na conta-corrente e na poupança, bem como os rendimentos da caderneta. Estarão discriminados, ainda, saldos e rendimentos de aplicações financeiras tais como CDBs, LCIs, LCAs e outros títulos.

Quem Deve Declarar Imposto de Renda em 2018?

O Itaú Unibanco é o maior banco privado do Brasil – e uma das maiores empresas do mundo, segundo ranking da Forbes, levando em conta atributos como negócios gerados, ativos e valor de mercado. Com 91 anos de história, hoje conta com mais de 90 mil colaboradores, quase 60 milhões de clientes e mais de 95 mil acionistas. Se você é um destes 60 milhões de clientes do Itaú, então este artigo será muito útil quando for fazer sua declaração anual de imposto de renda.

Cerca de 40 milhões de brasileiros devem declarar o imposto de renda neste ano. As declarações devem ser entregues até o dia 30 de abril de 2018. Quem perder o prazo precisará pagar uma multa de 1% do imposto devido por mês de atraso até o limite de 20% do valor ou de R$ 165,74, prevalecendo o maior custo. Se você investiu em aplicações financeiras no Banco Itaú no ano passado, então pode ter que declarar os saldos e rendimentos no imposto de renda 2018. Veja a seguir os principais critério de obrigatoriedade de entrega da declaração:

  • Qualquer pessoa que tiver recebido no ano passado renda tributável de mais de R$ 28.559,70 precisa fazer a declaração de imposto de renda neste ano. Salário, por exemplo, é um rendimento tributável. Valores recebidos do INSS também são tributáveis. Ou seja, aposentados também ficam obrigados a fazer a declaração do imposto de renda, caso seus rendimentos, somados, sejam superiores a R$ 28.559,70.
  • Quem recebeu rendimentos não tributáveis ou tributáveis exclusivamente na fonte que, somados, resultem em valor superior a R$ 40 mil, também está obrigado a fazer a declaração de imposto de renda. Entre os rendimentos não tributáveis estão dividendos, indenizações, heranças, doações recebidas, dentre outros. Já os rendimentos tributáveis exclusivamente na fonte são os valores recebidos em concursos e sorteios, prêmios em dinheiro ou ganhos na loteria, além de juros sobre capital próprio.
  • O contribuinte que tem bens ou direitos cujo valor, somados, superem R$ 300 mil também precisa fazer a declaração do imposto de renda. Quem teve, em qualquer mês de 2017, algum ganho de capital na venda de bens ou direitos sujeitos ao pagamento de imposto de renda terá que fazer a declaração. É o caso, por exemplo, de quem vendeu um apartamento ou realizou operações na bolsa de valores, bolsa de mercadorias ou de futuros.

Como Consultar o Informe de Rendimentos do Banco Itaú?

Uma das principais informações solicitadas pela Receita Federal na sua declaração de imposto de renda é movimentação bancária do contribuinte. E para que você tenha acesso a essas informações, o seu banco deve disponibilizar o informe de rendimentos. Se você é correntista do Banco Itaú, precisará declarar sua movimentação bancária do ano-calendário de 2017. Para isto, acesse o Iternet Banking e faça o login com o número da sua conta e sua senha. Na caixa de pesquisa, digite “informe” e mande pesquisar. Será exibida a seguinte tela:

informe de rendimentos itau

Na tela acima, selecione o informe de rendimentos desejado. Se selecionado “Informe de Rendimentos Financeiros”, a seguinte tela foi apresentada:

informe de rendimentos itau ir 2018

Em seguida, selecione o tipo do informe de rendimentos (Rendimentos Financeiros, Empréstimos e Financiamentos, Crédito Imobiliário, INSS ou Ações). Na figura a seguir é apresentado um exemplo de informe de rendimentos financeiros.

informe de rendimentos itau imposto de renda

Como Declarar Imposto de Renda

Como Declarar Conta Corrente no Banco Itaú

Se você é correntista do Banco Itaú, o saldo da conta corrente no final do ano anterior deve ser declarado. No entanto, esta é uma informação obrigatória apenas se o saldo em conta era superior a 140 reais em 31/12. Alguns bancos fazem aplicações automáticas do saldo em conta corrente. Por isso, é possível que no seu informe o saldo que você possuía apareça em alguma linha relacionada a aplicações financeiras, como RDBs, CDBs, notas compromissadas e outras. Dinheiro em conta corrente no fim do ano deve ser declarado como bens na ficha “Bens e Direitos”. O investidor deve lançar o valor no final do ano anterior ao ano-calendário e no final do ano-calendário. O código a ser utilizado é o “61 – Depósito bancário em conta corrente no País”. Veja detalhadamente a forma de declarar conta corrente neste tutorial.

Como Declarar Poupança no Banco Itaú

Cadernetas de poupança ou contas poupança são aplicações financeiras e, se tiverem saldo superior a R$ 140 em 31/12 do ano anterior, devem ser declaradas. Poupança em banco é algo que a maior parte dos brasileiros possui e, apesar da sua baixa remuneração, sua principal característica é ter rendimentos isentos de imposto de renda. Na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” o investidor deverá escolher a opção “12 – Rendimentos de cadernetas de poupança, letras hipotecárias, letras de crédito do agronegócio e imobiliário (LCA e LCI) e certificados de recebíveis do agronegócio e imobiliários (CRA e CRI)”. Para declarar saldo de poupança no Banco Itaú, o contribuinte precisará acessar a ficha “Bens e Direitos” e em seguida deverá selecionar a opção “41 – Caderneta de poupança”. Veja detalhadamente a forma de declarar poupança neste tutorial.

Como Declarar LCI e LCA do Banco Itaú

Rendimentos de aplicações financeiras em LCI e LCA são isentos de imposto de renda. Porém, o saldo destas aplicações financeiras devem ser declaradas com na ficha “Bens e Direitos” com código “45 – Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)”, de acordo com os valores informados no informe de rendimentos. Se houve rendimentos no ano, deve-se lançar na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” com o código “12 – Rendimentos de cadernetas de poupança, letras hipotecárias, letras de crédito do agronegócio e imobiliário (LCA e LCI) e certificados de recebíveis do agronegócio e imobiliários (CRA e CRI)”, conforme o informe de rendimentos. Veja detalhadamente a forma de declarar LCI e LCA neste tutorial.

Como Declarar CDB, RDB, LC, COE e Debêntures do Banco Itaú

Declarações de aplicações em CDBs, RDBs, LCs,  COEs e debêntures são obrigatórias somente se o saldo for maior que R$ 140,00. Deve-se lançar o saldo na ficha “Bens e Direitos”, com o código “45 – Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)”, de acordo com o informe de rendimentos. Os rendimentos de aplicações em renda fixa como CDB são declarados como rendimentos tributáveis exclusivamente na fonte, devendo ser informados pelo seu valor líquido (valor do rendimento bruto o menos imposto de renda retido na fonte pela instituição).  Se houve rendimentos no ano, deve-se lançar na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva” com o código “06 – Rendimentos de aplicações financeiras”, conforme o informe de rendimentos. Veja detalhadamente a forma de declarar CDB neste tutorial.

porInforme de Rendimentos

Como Consultar o Informe de Rendimentos do Banco Inter para o Imposto de Renda?

Para consultar o informe de rendimentos do Banco Inter, o contribuinte deverá acessar sua conta através do internet banking. No menu lateral, deverá clicar a opção “Serviços”. Em seguida, deverá clicar a opção “Informe de Rendimentos (IR)”. Pronto, o extrato de rendimentos estará disponível para download. Parece simples – e realmente é – mas algumas pessoas ainda sentem dificuldades neste tipo de operação. Com tantos recursos tecnológicos e informações disponíveis, está cada vez mais fácil fazer sua própria declaração de imposto de renda. Porém, ainda podemos encontrar algumas dificuldades. Pensando nisto, elaboramos este tutorial para te ajudar a entender como obter o seu informe de rendimentos, que é um documento indispensável para elaboração da sua declaração.

As empresas tiveram até o dia 28 de fevereiro para disponibilizar o informe de rendimentos a seus empregados e aos profissionais que lhes prestam serviços como autônomos. O documento é necessário para a declaração de imposto de renda da pessoa física, pois inclui todos os rendimentos recebidos pelo contribuinte no ano anterior. O mesmo vale para bancos, corretoras que precisam informar aos clientes os saldos de contas-correntes, cadernetas de poupança e investimentos.

No caso dos empregadores, o informe de rendimentos apresenta o valor pago aos trabalhadores no exercício anterior (ano-base), incluindo férias, 13º salário e desconto de contribuição para o INSS, assim como o imposto retido na fonte e as deduções aplicadas. No caso de bancos e corretoras, o informe de rendimentos apresenta informações tais como: saldo de aplicações financeiras, rendimentos de aplicações financeiras, imposto de renda retido, dentre outros dados.

De acordo com a legislação, caso o informe de rendimentos não seja disponibilizado no prazo, contenha erros ou omita informações, o emissor fica sujeito a pagar R$ 41,43 por documento. A empresa que prestar informações falsas sobre rendimentos pagos, deduções ou imposto retido na fonte está sujeita a uma multa de 300% sobre o valor que foi indevidamente declarado. A mesma penalidade é aplicada ao contribuinte que se aproveitar da irregularidade.

Informe de Rendimentos

Os informes de rendimentos são necessários para o correto preenchimento da declaração de imposto de renda de 2018. Os dados dos informes ajudam a Receita Federal a cruzar informações e verificar se houve sonegação ou não de imposto. Os documentos não precisam, necessariamente, ser enviados fisicamente via Correios. Podem ser enviados por e-mail ou disponibilizados para consulta pela internet.

Se o contribuinte preferir receber o informe de rendimentos em papel, pode solicitar ao banco, corretora ou empresa, sem custos adicionais. Caso o informe for enviado com informações incorretas, o contribuinte deverá pedir um novo documento à instituição financeira ou empresa. Por isto é importante conferir cada informação apresentada.

Os bancos deverão disponibilizar a todos correntistas um informe de rendimentos, contendo, por exemplo, os valores depositados na conta-corrente e na poupança, bem como os rendimentos da caderneta. Estarão discriminados, ainda, saldos e rendimentos de aplicações financeiras tais como CDBs, LCIs, LCAs e outros títulos.

Quem Deve Declarar Imposto de Renda em 2018?

Cerca de 40 milhões de brasileiros devem declarar o imposto de renda neste ano. As declarações devem ser entregues até o dia 30 de abril de 2018. Quem perder o prazo precisará pagar uma multa de 1% do imposto devido por mês de atraso até o limite de 20% do valor ou de R$ 165,74, prevalecendo o maior custo. Se você investiu em aplicações financeiras no Banco Inter no ano passado, então pode ter que declarar os saldos e rendimentos no imposto de renda 2018. Veja a seguir os principais critério de obrigatoriedade de entrega da declaração:

  • Qualquer pessoa que tiver recebido no ano passado renda tributável de mais de R$ 28.559,70 precisa fazer a declaração de imposto de renda neste ano. Salário, por exemplo, é um rendimento tributável. Valores recebidos do INSS também são tributáveis. Ou seja, aposentados também ficam obrigados a fazer a declaração do imposto de renda, caso seus rendimentos, somados, sejam superiores a R$ 28.559,70.
  • Quem recebeu rendimentos não tributáveis ou tributáveis exclusivamente na fonte que, somados, resultem em valor superior a R$ 40 mil, também está obrigado a fazer a declaração de imposto de renda. Entre os rendimentos não tributáveis estão dividendos, indenizações, heranças, doações recebidas, dentre outros. Já os rendimentos tributáveis exclusivamente na fonte são os valores recebidos em concursos e sorteios, prêmios em dinheiro ou ganhos na loteria, além de juros sobre capital próprio.
  • O contribuinte que tem bens ou direitos cujo valor, somados, superem R$ 300 mil também precisa fazer a declaração do imposto de renda. Quem teve, em qualquer mês de 2017, algum ganho de capital na venda de bens ou direitos sujeitos ao pagamento de imposto de renda terá que fazer a declaração. É o caso, por exemplo, de quem vendeu um apartamento ou realizou operações na bolsa de valores, bolsa de mercadorias ou de futuros.

Banco Inter

O Banco Inter é hoje um dos bancos mais queridos do Brasil. Com um modelo de funcionamento que dispensa agências físicas (todas as operações são feitas digitalmente), o banco tem atraído cada vez mais correntistas e investidores. Recomendo ler o artigo Porque abri uma conta no banco Inter e deixei de usar o Bradesco do blogueiro André Azevedo.

Os números do banco são expressivos: com uma base de 379,2 clientes, o que equivale a quase 5 vezes o tamanho da base em 2016, o Banco Inter teve crescimento de 89,1% no lucro líquido com relação ao ano anterior, alcançando o valor recorde de R$ 48,2 milhões. O número de transações via smartphone e internet banking somou 13,9 milhões, um aumento de 1.252% sobre as movimentações de 2016. Em dinheiro, as transações equivaleram a R$ 12,1 bilhões, 128% acima de 2016. A base de clientes com cartão de crédito cresceu 94,7%, totalizando 88,8 mil usuários.

O banco já tem 23 anos de mercado (até meados de 2017 o banco se chamava Intermedium) mas atua somente há dois anos no modelo digital com contas correntes totalmente gratuitas para o varejo. Em 2017 fechou o ano com patrimônio líquido de R$ 383,1 milhões; Retorno sobre Patrimônio Líquido Médio (ROAE) em 13,3%; e Índice de Eficiência de 63,7%, um aumento de 8,4 pontos percentuais sobre o ano anterior. Segundo o banco, os números refletem positivamente a consolidação da estratégia por meio de investimentos realizados em sua estrutura administrativa, operacional e de pessoal.

Os ativos totais do banco somaram R$ 3,6 bilhões ao final de 2017, uma evolução de 12,4% em relação a 2016. A carteira de crédito é de R$ 2,5 bilhões. Sendo que, o crédito imobiliário atingiu uma carteira de R$ 1,3 bilhão, expansão de 9,5% ao longo de 12 meses. Em destaque estiveram os produtos CredCasa e CredFlex, com crescimento de 8,5% e 11,6% em um ano, respectivamente.

Visando um aumento maior ainda do crescimento, o banco pretende fazer uma oferta pública inicial de ações neste ano. Com os recursos provenientes do IPO, pretende investir em tecnologia e dar suporte ao crescimento. A meta é atingir 1 milhão de clientes até o fim do ano. Para isto planeja elevar a média de adesão diária de 1.400 clientes em 2017 para 3.000 em 2018.

Como Consultar o Informe de Rendimentos do Banco Inter?

Uma das principais informações solicitadas pela Receita Federal na sua declaração de imposto de renda é movimentação bancária do contribuinte. E para que você tenha acesso a essas informações, o seu banco deve disponibilizar o informe de rendimentos. Se você é correntista da conta digital do Banco Inter, precisará declarar sua movimentação bancária do ano-calendário de 2017. Para isto, acesse o Internet Banking e faça o login com o número da sua conta e sua senha. No menu, clique na opção “Serviços” como mostrado na figura abaixo:

como consultar informe de rendimentos banco inter para imposto de renda

Clicando no menu de serviços, você encontrará a opção “Informe de Rendimentos (IR)”. Se em 2017 você resgatou recursos de alguma modalidade de Renda Fixa (CDB, LCI, LCA), suas aplicações constarão no mesmo documento. Se você investiu em alguma modalidade de Renda Variável com a IDTVM em 2017 (Ações, Fundo Primus, Debêntures e outros fundos), então precisará clicar a opção “Informe de Rendimentos (IR) – IDTVM”. A figura a seguir apresenta as opções de informes:

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Em seguida você precisará selecionar o ano-calendário como mostrado na figura abaixo. Lembrando que “ano-calendário” é o ano em que aconteceram os fatos e “ano-exercício” é o ano de apresentação da declaração. Clientes que encerraram contas em 2017 e não possuem mais acesso ao internet banking podem solicitar seu informe de rendimentos enviando um e-mail para o banco: [email protected]

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Se você iniciou ou pagou financiamento imobiliário ao longo de 2017 acesse a área de crédito imobiliário do Banco Inter clicando aqui. Em seguida, preencha o seu código de internet e o CPF/CNPJ e clique em “Enviar”. Uma nova página abrirá e nela basta clicar na opção “Demonstrativo de IR”.

Como Declarar Imposto de Renda

Como Declarar Conta Corrente

O saldo da conta corrente no final do ano anterior deve ser declarado. No entanto, esta é uma informação obrigatória apenas se o saldo em conta era superior a 140 reais em 31/12. Alguns bancos fazem aplicações automáticas do saldo em conta corrente. Por isso, é possível que no seu informe o saldo que você possuía apareça em alguma linha relacionada a aplicações financeiras, como RDBs, CDBs, notas compromissadas e outras. Dinheiro em conta corrente no fim do ano deve ser declarado como bens na ficha “Bens e Direitos”. O investidor deve lançar o valor no final do ano anterior ao ano-calendário e no final do ano-calendário. O código a ser utilizado é o “61 – Depósito bancário em conta corrente no País”. Veja detalhadamente a forma de declarar conta corrente neste tutorial.

Como Declarar Poupança

Cadernetas de poupança ou contas poupança são aplicações financeiras e, se tiverem saldo superior a R$ 140 em 31/12 do ano anterior, devem ser declaradas. Poupança em banco é algo que a maior parte dos brasileiros possui e, apesar da sua baixa remuneração, sua principal característica é ter rendimentos isentos de imposto de renda. Na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” o investidor deverá escolher a opção “12 – Rendimentos de cadernetas de poupança, letras hipotecárias, letras de crédito do agronegócio e imobiliário (LCA e LCI) e certificados de recebíveis do agronegócio e imobiliários (CRA e CRI)”. Para declarar saldo de poupança no imposto de renda, o contribuinte precisará acessar a ficha Bens e Direitos e em seguida deverá selecionar a opção “41 – Caderneta de poupança”. Veja detalhadamente a forma de declarar poupança neste tutorial.

Como Declarar LCI e LCA

Rendimentos de aplicações financeiras em LCI e LCA são isentos de imposto de renda. Porém, o saldo destas aplicações financeiras devem ser declaradas com na ficha “Bens e Direitos” com código “45 – Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)”, de acordo com os valores informados no informe de rendimentos. Se houve rendimentos no ano, deve-se lançar na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” com o código “12 – Rendimentos de cadernetas de poupança, letras hipotecárias, letras de crédito do agronegócio e imobiliário (LCA e LCI) e certificados de recebíveis do agronegócio e imobiliários (CRA e CRI)”, conforme o informe de rendimentos. Veja detalhadamente a forma de declarar LCI e LCA neste tutorial.

Como Declarar CDB, RDB, LC, COE e Debêntures

Declarações de aplicações em CDBs, RDBs, LCs,  COEs e debêntures são obrigatórias somente se o saldo for maior que R$ 140,00. Deve-se lançar o saldo na ficha “Bens e Direitos”, com o código “45 – Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)”, de acordo com o informe de rendimentos. Os rendimentos de aplicações em renda fixa como CDB são declarados como rendimentos tributáveis exclusivamente na fonte, devendo ser informados pelo seu valor líquido (valor do rendimento bruto o menos imposto de renda retido na fonte pela instituição).  Se houve rendimentos no ano, deve-se lançar na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva” com o código “06 – Rendimentos de aplicações financeiras”, conforme o informe de rendimentos. Veja detalhadamente a forma de declarar CDB neste tutorial.