ABEV3

Ações ABEV3: A AMBEV S.A. é uma empresa do setor de Consumo não Cíclico / Bebidas / Cervejas e Refrigerantes cuja atividade principal é a Fabricação e Distribuição de Cervejas, Refrigerantes e Bebidas Não Carbonatadas e Não Alcoólicas. O CNPJ da AMBEV é 07.526.557/0001-00. As ações da AMBEV estão escrituradas pelo Bradesco Corretora de Ações cujo email de contato é [email protected] Você poderá encontrar mais informações sobre a empresa pelo site ABEV3 RI no endereço ri.ambev.com.br ou pelo email [email protected]. Logo abaixo você poderá visualizar o gráfico e a cotação atual da ABEV3. Outras informações que você encontrará no painel: ABEV3 fundamentos, composição societária AMBEV e história da AMBEV.





Gráfico fornecido pela TradingView

CNPJ da AMBEV

Última Atualização
02 de abril de 2018 às 17:24:35
Número de Inscrição Data de Abertura
07.526.557/0001-00 – MATRIZ 19/07/2005
Nome Empresarial
AMBEV S.A.
Atividade Econômica Primária
Código Descrição
11.13-5-02 Fabricação de cervejas e chopes
Atividades Econômicas Secundárias
Código Descrição
11.22-4-01 Fabricação de refrigerantes
10.64-3-00 Fabricação de farinha de milho e derivados, exceto óleos de milho
10.99-6-99 Fabricação de outros produtos alimentícios não especificados anteriormente
01.11-3-99 Cultivo de outros cereais não especificados anteriormente
01.41-5-01 Produção de sementes certificadas, exceto de forrageiras para pasto
01.41-5-02 Produção de sementes certificadas de forrageiras para formação de pasto
10.99-6-04 Fabricação de gelo comum
17.31-1-00 Fabricação de embalagens de papel
18.13-0-99 Impressão de material para outros usos
18.13-0-01 Impressão de material para uso publicitário
22.22-6-00 Fabricação de embalagens de material plástico
23.12-5-00 Fabricação de embalagens de vidro
25.91-8-00 Fabricação de embalagens metálicas
20.14-2-00 Fabricação de gases industriais
46.35-4-02 Comércio atacadista de cerveja, chope e refrigerante
46.86-9-02 Comércio atacadista de embalagens
46.92-3-00 Comércio atacadista de mercadorias em geral, com predominância de insumos agropecuários
46.23-1-99 Comércio atacadista de matérias-primas agrícolas não especificadas anteriormente
46.37-1-99 Comércio atacadista especializado em outros produtos alimentícios não especificados anteriormente
Código e Descrição da Natureza Jurídica
204-6 – Sociedade Anônima Aberta
Logradouro Número Complemento
R DOUTOR RENATO PAES DE BARROS 1017 3 ANDAR EDIFICIO CORP. PARK
CEP Bairro Município UF
04.530-001 ITAIM BIBI SAO PAULO SP
Endereço Eletrônico Telefone
[email protected] (19) 3313-5680 / (19) 3313-6000
Capital Social
R$ 57.614.139.847,33 (cinqüenta e sete bilhões seiscentos e quatorze milhões cento e trinta e nove mil e oitocentos e quarenta e sete reais e trinta e três centavos)
Quadro de Sócios e Administradores
Nome Qualificação
PEDRO DE ABREU MARIANI 10-Diretor
RICARDO RITTES DE OLIVEIRA SILVA 10-Diretor
FABIO VIEIRA KAPITANOVAS 10-Diretor
BERNARDO PINTO PAIVA 10-Diretor
PAULA NOGUEIRA LINDENBERG 10-Diretor
RODRIGO FIGUEIREDO DE SOUZA 10-Diretor
RICARDO MORAIS PEREIRA DE MELO 10-Diretor
MAURICIO NOGUEIRA SOUFEN 10-Diretor
EDUARDO BRAGA CAVALCANTI DE LACERDA 10-Diretor
DANIEL COCENZO 10-Diretor
FERNANDO MAFFESSONI 10-Diretor
Situação Cadastral Data da Situação Cadastral
ATIVA 19/07/2005



ABEV3 Fundamentos

No gráfico abaixo, é apresentada a evolução dos lucros trimestrais da AMBEV. O gráfico de barras apresenta o lucro trimestre a trimestre e o gráfico de linhas apresenta o lucro acumulado dos últimos 4 trimestres.

abev3 lucros

No gráfico abaixo, é apresentada a margem líquida e o ROE da AMBEV. A margem líquida é a razão entre o lucro e a receita líquida. O ROE é a razão entre o lucro e o patrimônio.

abev3 margem roe

No gráfico abaixo, é apresentada a evolução do patrimônio e da receita da AMBEV. O gráfico de barras apresenta o patrimônio trimestre a trimestre e o gráfico de linha apresenta a receita líquida acumulada nos últimos 4 trimestres.

abev3 receita

A tabela a seguir apresenta a evolução dos principais múltiplos fundamentalistas ABEV3:

Crescimento Últimos 3 Anos Últimos 2 Anos Último Ano Último Trimestre
Patrimônio 9,94 -4,67 2,85 -1,96
Receita Líquida 22,84 -1,76 14,04 32,26
Lucro -36,49 -39,04 -40,00 -16,35
Margem Líquida -49,51 -40,55 -42,87 -19,58
ROE -42,24 -36,06 -41,66 -14,68

O gráfico abaixo apresenta as dívidas de curto e longo prazo da AMBEV.

abev3 dividas

O gráfico abaixo apresenta as dívidas totais (curto prazo + longo prazo) o caixa total (disponibilidades + aplicações) e o caixa líquido (caixa total – dívidas totais) da AMBEV.

abev3 caixa

O gráfico abaixo apresenta a relação entre o caixa líquido e o patrimônio, bem como a relação entre o caixa líquido e o lucro dos últimos 12 trimestres da AMBEV.

abev3

Composição Societária e Estrutura Acionária AMBEV

Veja a seguir a composição acionária da AMBEV em 5/04/2018:

Nome %ON %PN %Total
Interbrew International Bv 53,69 0,00 53,69
Ambrew S.A. 8,17 0,00 8,17
Fahz – Fundação Antonio E Helena Zerrenner Inb 10,22 0,00 10,22
Outros 27,89 0,00 27,89
Ações Tesouraria 0,03 0,00 0,03

Total de ações em circulação no mercado (free-float): 27,64%, sendo institucionais: 875, pessoas físicas: 52.265 e pessoas jurídicas: 875.

História da AMBEV

A AmBev (Companhia de Bebidas das Américas) é a sucessora da Companhia Cervejaria Brahma e da Companhia Antarctica Paulista Indústria Brasileira de Bebidas e Conexos. A Antarctica foi fundada em 1885 e a Brahma em 1888. A AmBev foi constituída como Aditus Participações S.A. (“Aditus”) em 14 de setembro de 1998.

O principal negócio da companhia é o de cervejas, em que é líder em diversos mercados com marcas como Skol, Brahma, Antarctica, Quilmes, entre outras. Além disso, a empresa tem também operações de refrigerantes, com marcas próprias como Guaraná Antarctica e Fusion, entre outras, no Brasil e através de uma parceria com a PepsiCo em diversos países.

ambev no mundo

Em 1997, a Brahma adquiriu os direitos exclusivos para fabricar, vender e distribuir os refrigerantes da Pepsi no Nordeste do Brasil e em 1999, obteve os direitos exclusivos para fabricar, vender e distribuir os refrigerantes da Pepsi em todo o Brasil. Desde outubro de 2000, a AmBev detém direitos exclusivos de distribuir e engarrafar os refrigerantes da Pepsi no Brasil. Em janeiro de 2002, expandiu a parceria com a PepsiCo para incluir a fabricação, venda e distribuição do Gatorade.

Atualmente o portfólio de bebidas não-alcoólicas inclui também as marcas H2OH!, no mercado de águas com sabor, e Lipton Ice Tea, no mercado de chás gelados, também vendidas sob licença da PepsiCo. O contrato de franquia com a PepsiCo no Brasil vence em 2017, com renovações automáticas por prazos adicionais de dez anos. Adicionalmente, tem-se contratos de franquia com a Pepsi na Argentina, Bolívia, Uruguai, Peru e República Dominicana.

ambev paises

A expansão da companhia nas Américas começou em 1994, quando a Brahma deu início à sua presença internacional através de operações no segmento de cerveja na Argentina, Paraguai e Venezuela. Em 2003, após a formação da AmBev, a companhia acelerou sua expansão fora do Brasil através de uma transação com a Quinsa, estabelecendo uma presença de liderança nos mercados de cerveja da Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai.

Ainda em 2003 e também ao longo de 2004 a AmBev efetuou uma série de aquisições em mercados como América Central, Peru, Equador e República Dominicana. No ano seguinte, a Companhia passou também a operar no mercado de cervejas do Canadá através da incorporação de uma controladora indireta da Labatt. Por fim, em maio de 2012, a AMBEV expandiu suas operações no Caribe através de uma aliança estratégica com a E. León Jimenes S.A..

Atualmente a AmBev tem operações em 18 países: Brasil, Canadá, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Uruguai, Colômbia, Guatemala, República Dominicana, Cuba, Equador, Peru, El Salvador, Nicarágua, Saint Vincent, Dominica e Antigua.



No quadro abaixo, extraído do site Business Insider, podemos ver como a AmBev foi inserida no maior grupo cervejeiro do mundo.

anheuser busch inbev

A 3G Capital (Jorge Paulo Lemann, Marcel Herrmann Telles, e Carlos Alberto Sicupira) faz parte do controle da AmBev através da AB InBev. Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil e o 22o. mais rico do mundo segundo a Forbes, é conhecido como o “dono da AmBev”. A 3G Capital também possui participação em outros empresas como a Burger King e Heinz. Mas qual é a real participação da 3G no grupo Ab InBev?

Podemos ter uma ideia clara da participação do trio de investidores brasileiro analisando a estrutura de controle da Ab InBev apresentada neste link. A figura abaixo apresenta a estrutura.

abinbev estrutura

Podemos ver que a Stichting AK Netherlands é detentora de 34,29% da Ab Inbev e a mesma possui 50% de participação da EPS Participations e 50% da BRC Luxemburg. A BRC por sua vez é controlada pelo trio de investidores brasileiros que detém 83,22% do total de ações através da S BR Global. Na S BR Jorge, Paulo Leman tem uma participação de 55,34%, Marcel Herrmann Telles tem uma participação de 24,73% e Carlos Alberto Sicupira uma participação de 19,93%.

História de Fusões e Aquisições da AmBev

1999: Fusão Antarctica + Brahma

Fonte: Revista Gestão

A Brahma era uma companhia controlada pelos senhores Jorge Paulo Lemann, Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto da Veiga Sicupira por meio de algumas companhias controladoras (o “Grupo Braco”), que detinham em conjunto uma participação votante de 55,1% na Brahma antes da operação Brahma-Antarctica. Já a Antarctica era controlada pela Fundação Zerrenner, que detinha 88,1% da participação votante na Antarctica antes de a operação Brahma-Antarctica acontecer.

A criação da AmBev consistiu em uma aliança da Brahma e da Antarctica e foi realizada no decorrer de 1999 e 2000. Como resultado da aliança, a AmBev tornou-se titular de 55,1% das ações com direito a voto da Brahma e de 88,1% das ações votantes da Antarctica, enquanto o Grupo Braco e a Fundação Zerrenner possuíam, respectivamente, 76% e 24% das ações votantes da AmBev. Subsequentemente, os acionistas minoritários da Antarctica (setembro de 1999) e da Brahma (setembro de 2000) trocaram suas ações da Antarctica e da Brahma por ações da AmBev, fazendo com que ambas as companhias se tornassem subsidiárias integrais da AmBev.

A união da Antarctica com a Brahma ocorreu num momento em que o mercado brasileiro de cerveja começava a dar sinais de estagnação e o de refrigerantes apresentava um quadro de contínua perda de mercado das marcas líderes para as marcas independentes. O mercado de cerveja vivia ainda uma guerra entre empresas rivais, que eram obrigadas a fazer elevados investimentos em marketing para manter a participação de mercado. O cenário era, assim, desafiador: por um lado, sobreviver num mercado estagnado e recessivo, com tendência à redução do poder de compra e de consumo, aliada ao crescente poder de penetração de mercado das marcas independentes; por outro lado, defender-se de concorrentes estrangeiros e tentar competir no mercado internacional com marcas líderes mundiais já consolidadas no mercado.

ambev antartica brahma

A união entre as duas empresas foi apresentada como uma fusão entre iguais para aumentar a competitividade, ganhar escala para crescer e internacionalizar-se. Até a aprovação final em 30 de março de 2000 pelo SBDC foram várias as batalhas travadas contra concorrentes e 273 dias de esforços visando convencer os órgãos de análise, os consumidores e a opinião pública em geral sobre a importância estratégica da união das duas concorrentes para a economia brasileira, que deu origem à “primeira multinacional verde-amarela”, num discurso nacionalista

O CADE impôs restrições para diminuir a participação das marcas da empresa no mercado interno, consideradas maiores do que as esperadas, mas acatadas pela empresa. Dentre essas restrições, a de maior impacto foi a obrigação da AmBev de vender a marca de cerveja Bavária e cinco de suas fábricas, a fim de oferecer infra-estrutura operacional e logística à empresa compradora para que ela se fixasse no mercado, preservando assim um mínimo de concorrência no segmento cervejeiro. A empresa canadense Molson adquiriu a marca Bavária e mais tarde a Kaiser, aquisição na qual competiu com a Interbrew.

Pode-se dizer que foi uma aquisição da Antárctica pela Brahma, em razão da vulnerabilidade econômico-financeira da primeira no momento da união, estruturada como uma fusão para evitar a tributação dos acionistas na negociação. Foi uma fusão doméstica, envolvendo duas empresas brasileiras, motivada por fatores estratégicos e operacionais, principalmente a busca por sinergias e o crescimento internacional.

2004: Fusão Interbrew + AmBev

Fonte: Exame

Em agosto de 2004, a AmBev e a Interbrew (como era à época denominada), uma cervejaria belga, concluíram uma combinação de negócios que envolveu a incorporação de uma controladora indireta da Labatt, uma das cervejarias líderes do Canadá, na AmBev. Ao mesmo tempo, os acionistas controladores da AmBev concluíram a conferência de todas as ações de uma controladora indireta que detinha participação representativa de controle na AmBev para a Interbrew em troca de ações recém-emitidas da Interbrew. Após essa operação, a Interbrew alterou sua denominação social para InBev (e, desde 2008, para A-B InBev) e tornou-se a acionista majoritária da AmBev por meio de subsidiárias e controladoras.

Depois de cinco meses de negociação, a complexa troca de ações e ativos entre a AmBev e a Interbrew resultou na compra da companhia brasileira. Anunciado em 3/3/2004 com conferências em Bruxelas e em São Paulo, o acordo tornou o grupo belga acionista majoritário da cervejaria brasileira, com 71% do capital votante e 51,6% do capital total. Apesar de majoritária, a Interbrew concordou em manter a gestão compartilhada da AmBev até 2019, prazo que poderá ser renovado. A operação não criou nenhuma nova empresa: tanto AmBev quanto Interbrew continuam operando independentemente.

ambev interbrew

O controladores da AmBev saíram da sociedade ao venderem para a Interbrew a Braco S/A, empresa que detinha 52,8% do capital votante da cervejaria brasileira. Em troca, os donos da Braco receberam 24,64% do capital da Interbrew e o direito de participar das decisões do grupo europeu com 50% dos votos do conselho de administração. Isso significou que a fatia brasileira das ações da cervejaria belga não ficou nas mãos da AmBev mas sim de seus ex-controladores.

Em troca do repasse do capital para os belgas, a AmBev recebeu ativos do grupo Interbrew: a cervejaria canadense Labatt, participações na Femsa Cerveza S/A, do México, e na Labatt USA, nos Estados Unidos.

2008: Fusão InBev + Anheuser-Busch

Fonte: G1

A InBev comprou a rival americana Anheuser-Busch, dona da marca Budweiser, por US$ 52 bilhões. Com a aquisição, a empresa se tornou-se líder mundial na indústria cervejeira e uma das cinco maiores empresas de produtos de consumo do mundo. O anúncio da compra foi feito em 14/07/2008. Depois de resistir à ofensiva da InBev durante um mês e recusar uma oferta de US$ 46 bilhões, o conselho de administração da Anheuser-Busch aceitou a oferta de cerca de US$ 70 por ação.

A operação enfrentou uma forte resistência dentro dos EUA, onde a Budweiser é vista como um produto tipicamente nacional. Os políticos locais não foram exceção. Na época, o governador de Missouri, Matthew Blunt, afirmou estar “muito preocupado” e pediu que as autoridades antitruste dos EUA entrem em ação. O próprio, Barack Obama, candidato democrata à Presidência na ocasião, chegou a declarar que seria “uma vergonha se estrangeiros se tornarem donos da Bud”.

ab inbev

No entanto, não foi a primeira vez que uma grande cervejaria americana foi arrebatadas por estrangeiros. Em 1999, a Miller foi comparada pelos sul-africanos da SAB, e em 2005 a empresa canadense Molson adquiriu a Adolph Coors.

A fusão criou uma nova empresa: “Anheuser-Busch InBev” com marcas como Stella Artois, Beck´s e Budweiser. Antes da fusão, o grupo InBev era a segunda maior cervejaria do mundo em volume de vendas, e perdia apenas para a britânica SABMiller. Já a americana Anheuser-Busch era a terceira maior cervejaria do mundo e líder nos Estados Unidos, onde monopoliza 48,5% do mercado com marcas populares como a Budweiser e a Bud Light, entre outras.

2015: Fusão AB InBev + SABMiller

Fonte: G1

Em Novembro de 2015 a Anheuser-Busch InBev anunciou o fechamento de um acordo para a compra da SABMiller. O Conselho de Administração da cervejaria britânica SABMiller aceitou o acordo em 29/07/2016. O negócio foi avaliado em mais de US$ 100 bilhões. A oferta de compra foi lançada no final do ano passado, mas a AB InBev aumentou a sua oferta pela rival britânica, compensando parcialmente a desvalorização da libra esterlina provocada pela vitória do Brexit.

Desde a primeira aproximação, “muitos fatores afetaram o valor da proposta, sobretudo, o impacto do voto a favor do Brexit sobre a libra esterlina”, admitiu o presidente da SABMiller, Jan do Plessis, citado no comunicado.

abinbev sabmiller

A AB InBev aceitou uma série de concessões para obter a autorização da UE, entre elas a se desfazer da maioria dos negócios da SABMiller na Europa – incluindo as marcas Foster’s e Grolsch – e de se desvincular da cervejaria japonesa Peroni.

A nova gigante de cervejas combinará as marcas Budweiser, Stella Artois e Corona, da AB InBev, com Peroni, Grolsh e Pilsner Urquell, da SABMiller, diminuindo as principais competidoras como Heineken e Carlsberg. Ao comprar a SABMiller, a AB InBev adicionaria mercados da América Latina como Colômbia e Peru e entraria na África em um momento em que alguns de seus mercados domésticos como os Estados Unidos estão enfraquecendo, conforme consumidores favorecem cervejas artesanais e drinks.